Proteção em runtime (SDK)
O CLI e o Scan conferem seu app na hora do build. O SDK é a parte que roda dentro do app, no aparelho, e observa os ataques enquanto pessoas de verdade usam: root ou jailbreak, emuladores, depuradores, frameworks de hooking como o Frida, e builds adulterados ou reassinados.
O SDK nunca derruba o app sozinho. Ele detecta, avisa você (um callback de listener) e reporta o evento ao console. Você decide o que fazer — bloquear um pagamento, pedir um segundo fator ou só registrar — porque um falso positivo que trava o app é pior que o ataque.
Contra o que ele protege
| Ameaça | Android | iOS |
|---|---|---|
| Root / jailbreak | ✓ | ✓ |
| Emulador / simulador | ✓ | ✓ |
| Depurador anexado | ✓ | ✓ |
| Hooking / instrumentação (Frida, Xposed, Substrate) | ✓ | ✓ |
| Adulteração (build reassinado ou clonado) | ✓ | ✓ |
| Anti-dump de memória / ptrace | ✓ | ✓ |
| Certificate pinning | ✓ | ✓ |
Cada achado traz uma confiança de 0 a 1 e os sinais que o motivaram. Um sinal forte — ou vários fracos — vira "comprometido"; um único sinal fraco fica em "suspeito".
Como as peças se encaixam
- O SDK roda as verificações na inicialização e de tempos em tempos (ameaças como o Frida entram depois que o app abre).
- Os achados vão para o seu
ThreatListenere são enviados paraPOST /v1/ingest/eventscom uma chave de API. - O console mostra tudo em Ameaças e em cada app, e alimenta o score de segurança.
Escolha sua plataforma:
- Quickstart Android — Kotlin, Gradle, verificações nativas e ofuscação de strings.
- Quickstart iOS — Swift Package, anti-debug e anti-hook nativos.